MUNDO

Cruz Vermelha aponta ao menos 100 mortes e 4.000 feridos por explosão em Beirute.
É como uma zona de guerra. Estou sem palavras, disse o prefeito de Beirute.




Destruição causada por explosão em Beirute, no Líbano Foto: Mohamed Azakir/Reuters (4.ago.2020)

Equipes de resgate libanesas seguem, nesta quarta-feira (5), vasculhando os escombros à procura de sobreviventes da poderosa explosão que destruiu parte da capital Beirute na terça-feira, matando ao menos 100 pessoas e ferindo quase 4.000, segundo dado divulgado pela Cruz Vermelha. As autoridades do país ainda esperam que esse saldo aumente.

Na véspera, o governo libanês divulgou a contagem de 78 mortes, ainda não atualizada oficialmente.

Segundo o presidente Michel Aoun, 2.750 toneladas de nitrato de amônio – substância que é usada em fertilizantes e bombas -, foram armazenadas por seis anos no porto, sem medidas de segurança, o que pode ter ocasionado um acidente. Segundo ele, isso era “inaceitável”.

Uma reunião de emergência do gabinete presidencial foi convocada para esta quarta-feira.

“É como uma zona de guerra. Estou sem palavras”, disse o prefeito de Beirute, Jamal Itani, à Reuters enquanto inspecionava os danos na quarta-feira; “É uma catástrofe para Beirute e o Líbano”.

O chefe da Cruz Vermelha do Líbano, George Kettani, disse que pelo menos 100 pessoas foram mortas.

“Ainda estamos varrendo a área e ainda pode haver mais vítimas. Espero que não”, disse ele, que acredita ainda haver vítimas presas nos escombros.


 


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