GOVERNOS

A verdade sobre a demissão do ex ministro da Justiça e Segurança pública Sr. Sérgio Moro.
Saiba por que Bolsonaro disse: "Se as pessoas soubessem o que aconteceu no Ministério da Justiça, ficariam enojadas".



Talvez, isso explique a razão de Bolsonaro ter declarado a seguinte frase: "Se as pessoas soubessem o que aconteceu no Ministério da Justiça, ficariam enojadas".

Muitos brasileiros ficaram chocados e tristes pela saída de Moro do Ministério. Não deveriam.

O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.

Fato comprovado: "O Moro VENDEU os inquéritos da PF para o Doria. Bolsonaro soube disso às 13:00 do dia 23 de Abril (dia antes da demissão de Moro), em uma reunião envolvendo o Sr. Chefe da Abin, Ramagem, o seu filho Carlos Bolsonaro, o Sr. Helio, supervisor da secretaria da Casa Civil, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da CIA no Brasil. A princípio muito contrariados, Bolsonaro se recusou a trocar o Diretor da PF, Valeixo".

"A aceitação veio através do informação de que Moro estava recebendo o pagamento total dos prêmios, U$ 70.000,00 para cada inquérito vendido, mais um bônus de U$ 400.000,00 para todos os seus assessores e integrantes da comissão, num total de U$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) por meio das empresas de João Doria e João Amoedo".

Mesmo assim, o Diretor da Abin descobriu o esquema por meio de um delator, que era assessor de Moro e não concordou com a prática, o que o obrigou a pedir exoneração do cargo, dizendo que não estava junto com Moro (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa).

Assim, combinou-se que o Moro pediria demissão antes que Bolsonaro o demitisse para que a culpa ficasse com Bolsonaro e Moro pudesse ter a vantagem de dizer que não havia feito nada de errado.

 Dr. Wagner Maia, denuncia que Moro fugiu do Governo porque foi descoberto que ele cometeu crime de alta traição:

"A ABIN descobriu que o ex-diretor da PF (Valeixo, comparsa de Moro na ocultação dos patrões do Adélio e seus advogados) há muito estava escondendo os nomes, assim como crimes político-administrativos de Witzel e passando informações sigilosas  das investigações para Dória".

Desde março que Presidente Bolsonaro era alertado, mas aguardou que Moro lhe informasse sobre tudo, o que não aconteceu.

Como Moro fugia de reuniões e se omitia, e o Presidente também soube que Moro estava participando com FHC, Maia, Alcolumbre e Tofolli do plano para derruba-lo.

O Presidente Bolsonaro convocou pessoalmente Moro pra reunião na presença dos investigadores da ABIN, colocou o assunto na mesa e informou que seu protegido Delegado Maurício Valeixo era o principal informante da Esquerda.

Moro empalideceu e, com a traição descoberta e sem outro jeito, resolveu, nas costas do Presidente Bolsonaro, fazer a coletiva de traição declarada.

NOTA: Está confirmado oficialmente que o ex- diretor da PF, delegado Maurício Valeixo, protegido de Moro e demitido por PR Bolsonaro é o delegado  que foi infiltrado pra finalizar o inquérito sobre  Adélio Bispo, com ordens para esconder os nomes dos mandantes e pagadores dos milionários advogados, impedir a perícia dos celulares dos advogados e de Adelio, dizer que Adélio agiu sozinho e que tinha problemas mentais.


O medo de Moro era que Delegado Alexandre Ramagem assuma a diretoria da PF, é porque foi ele quem descobriu o crime de alta traição cometido pelo ex-ministro Moro, antigo aliado dos comunistas brasileiros e, cujo pai, o comunista Dalton Moro é fundador do PSDB e antigo comparsa de FHC, pai da  esquerda brasileira. Tá aí o porque do STF rapidinho impediu que Ramagem fosse nemeado Ministro. Isto explica tudo.



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